Escuras, grotescas; mas bonitas em sua estranheza.
O misterioso inseto paira sob a terrível lâmpada cálida.
Sente o calor pungente, mas o brilho
O brilho...
Continua ali, inerte.
[O fim está próximo, mas só nós sabemos disso.]
A quentura do objeto estranho e maravilhoso já incomoda
Mesmo o clarão parece agora proibido
Terrível proximidade em que se meteu a pobre
Agora nem as asas sente mais.
A luminosidade sublime
Agora nada além de assombrosa.
Asas em chaga
Perecer.