segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Por quê? Por quê diabos tudo tem de ser tão complicado e sério em tudo isso?
Por quê simplesmente não deixar levar sem pensar nem compreender?
É muito pra pouco. É esperar muito, pensar muito, perder muito, sofrer muito. É nada ganhar.
Depois de tudo o que houve, por quê ainda insistir num aglomerado de ideias e ideais tão antigos? E pergunto novamente: pra que, pra que tanta complicação?
E aí dou uma volta, penso de novo, olho de novo, sofro. Penso, volto a sorrir. Agradeço e amaldiçoo a mim mesma pelos meus atos. Deveria ter sido fácil e bonito como naquilo que leio. Não foi, não pra mim. Porque complicar é comigo. Aí lembro do que disse: finalmente agradeço e despeço-me das memórias - mas só por enquanto.

Aí sinto outro cheiro, mais antigo, mais alegre e aconchegante. Lembro de meu destino (destino?). Do meu afeto pelo distante, que tanto me afetou, ainda afeta e vai afetar. E mando tudo pro espaço.

Penso nisso noutra hora.