desde o mudo,
do curdo,
do absurdo.
O caos é um saco infinito
De armas santificadas
De homens sacrificados
De doenças expectoradas.
E eu, um pedaço de sombra e descaso,
De alma todos os dias açoitada por um carrasco - que só eu bem conheço
Só tenho a chorar e gritar e escrever
E suplicar por amor
E esperar a execução.
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