Variações de humor. Pra quê tanta intensidade? Essa constante vontade de nada. E de tudo. Certa hora amo, outra odeio.
Que faço, pergunto. Fica aérea a questão. Quero ter tudo em minhas mãos. E, quando tenho, jogo aos ares: já não me interessam mais. O genuíno desejo da superfície.
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