eis que vejo um fio de ouro.
Há toda uma honestidade e uma sinceridade que me afetam,
que trazem-me das minhas profundezas à superfície.
Há toda essa beleza bonita, deslumbrantemente desconhecida.
Há todo um amor, sincero e perdido, tão distante,
De mim.
Vejo, então, farpas jogadas ao chão, ásperas.
Mas elas não pertencem a você - vieram de mim.
Pois o que podia esperar? Nada.
De minha alma parda e coração enegrecido de nada podia esperar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário